19/06/2015

Entre os tics e os tacs

Em uma espécie de monólogo da madrugada, me vi perguntando para mim mesmo: Por que não tenho escrito tanto quanto antes ? 

Será a internet sugando tempo precioso com meras bobagens ? Será medo da crítica que pode vir a nascer ? Entre milhares de motivos percebi que pode ser só um breve tempo de silêncio, talvez o escritor que há em mim esteja apenas descansando um pouco, para em breve seguir em uma nova alçada que exigia um mega empenho.

Mesmo no silêncio sigo lançando as sementes, pois sim há um tempo para cada coisa nesta vida e nem todo dia é dia de farta colheita. É nos tempos de seca que aprendemos agradecer e a esperar pelas chuvas, mesmo que de repente elas venham num volume assustador levando  tudo aquilo que suamos para produzir.

Gosto de imaginar a vida como um grande relógio, daqueles meio velhos que víamos na casa de nossos avôs. Como todo relógio às vezes entre um entrar e sair de hora tudo sai da ordem, eis que então meio dia virá meia noite.  Tudo parece virar ao contrário

Entre os tics e os tacs a gente acaba esquecendo, que cada um foi fabricado de maneira artesanal por aquele que criou tudo ao nosso redor, e que é ele  o grande relojoeiro que cuida de cada ponteiro nosso, mesmo muitas vezes sem percebermos. Então que deixemos para lá a sensação de que tudo havia se perdido, pois tudo pode mudar na próxima virada do ponteiro.

Desejo-lhe Coragem, Não perca fé.
Que Deus lhe abençoe, a gente se vê por ai.

Teu irmão
Gustavo


Um comentário:

  1. Oooow meu irmão, curti teu blog e teu jeito de escrever, vou até add na lista de visitas! ^^

    ResponderExcluir