Em uma espécie de monólogo da madrugada, me vi perguntando
para mim mesmo: Por que não tenho escrito tanto quanto antes ?
Será a internet sugando tempo precioso com meras bobagens ? Será
medo da crítica que pode vir a nascer ? Entre milhares de motivos percebi que
pode ser só um breve tempo de silêncio, talvez o escritor que há em mim
esteja apenas descansando um pouco, para em breve seguir em uma nova alçada que
exigia um mega empenho.
Mesmo no silêncio sigo lançando as sementes, pois sim há um
tempo para cada coisa nesta vida e nem todo dia é dia de farta colheita. É nos
tempos de seca que aprendemos agradecer e a esperar pelas chuvas, mesmo que de repente
elas venham num volume assustador levando tudo aquilo que suamos para produzir.
Gosto de imaginar a vida como um grande relógio, daqueles
meio velhos que víamos na casa de nossos avôs. Como todo relógio às vezes entre
um entrar e sair de hora tudo sai da ordem, eis que então meio dia virá meia noite.
Tudo parece virar ao contrário
Entre os tics e os tacs a gente acaba esquecendo, que cada um foi
fabricado de maneira artesanal por aquele que criou tudo ao nosso redor, e que é ele o grande relojoeiro que cuida de cada ponteiro nosso, mesmo muitas vezes
sem percebermos. Então que deixemos para lá a sensação de que tudo havia se
perdido, pois tudo pode mudar na próxima virada do ponteiro.
Desejo-lhe Coragem, Não perca fé.
Que Deus lhe abençoe, a gente se vê por ai.
Teu irmão
Gustavo

Oooow meu irmão, curti teu blog e teu jeito de escrever, vou até add na lista de visitas! ^^
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