Por Gustavo Teixeira
No meio musical Brasileiro atual é inegável o domínio
tranquilo (e favorável?) de determinado gêneros musicais, o mainstream segue
avassalador com poder de um gigante daqueles visto em literatura infantil/fantástica.
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| Foto: Bruna Brandão |
Entretanto como em todo e qualquer outra situação, existe
o outro lado da moeda, como já disseram Julinho M. e Gutemberg na linda canção
aos meus heróis: “Que fique claro, a juventude não tem culpa.
É o eletronic fundindo a sua cuca. Eu também gosto de dançar o pancadão, Mas é saudável te dar
outra opção!”.
Citando um exemplo bem
prático e local: Em Atibaia (a cidade que moro) a alguns bons anos existem
várias bandas fazendo um cenário bom, porém gostaria de citar uma em específico,
um verdadeiro joker, ou melhor, Jowkerz no underground regional.
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| Rava , Draco , Thor ( foto: Eliel Rocha ) |
Lembro-me de ter conhecido
a banda na época do falecido Orkut (saudades), e a minha primeira “trocada de
ideia” com Draco foi pelo MSN (mais
saudades aqui) em uma época que eles eram Jow Jokers ,que os camaradas da banda me corrigiam se estiver escrito errado.
Eu descreveria o Draco
como um verdadeiro lorde que está sempre disposto a ajudar ao semelhante ainda
mais quando se trata de assuntos musicais. Esse sujeito calmo e prestativo aos
soar do primeiro acorde ,da lugar para um animal(no bom sentido da palavra) , uma
verdadeira metamorfose ambulante.
Como todo bom louco
Quixote , viu que não poderia encarar os dragões e nem os moinhos de ventos sozinho. Quem já o viu ao vivo conhece bem o “Gigante Inglês” (Rava) e o
“Nórdico Samurai”(Thor) que estão combatendo o bom combate contigo a uns
bons anos.
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| Foto : Rodrigo Minassian |
RAVA: Dos três da banda é o que eu menos conheço, mas isso não deixa menor a admiração por ele. Meio calado, o talentoso fabricante do groove tem um carisma único com alguns traços que ouso dizer que remetem a Sir Paul McCartney (The Beatles se você não conhece procure doutor youtube) e o também o inabalável Duff (Gnr e outros mil supergrupos). Tratando-se de música, você terá que ser cirúrgico para encontrar algum deslize fatal do mesmo.
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| Foto: Eliel Rocha |
THOR: Mesmo não tendo tanto contato por conta da correria do dia-a-dia da para se notar de longe com a música , e a banda influenciaram(influenciam) positivamente na vida Thor, é meus amigos do primeiro clipe para cá não foi só o cabelo que cresceu. Feito seu onomástico nórdico da sua mente saem uns riffs quase que divinos e como seus compatriotas de banda ele também ostenta um carisma fora do comum, para ficar ainda mais igual só faltou a Mareta( e o cabelo loiro, e voar e... é faltou muito hehehe ), mas parafraseando Odin, Heitor é digno de carregar a alcunha que tem. “ATIBAIA IN RIO” – Um passo histórico para cena
A banda tem consigo uma
marca pessoal que é alcançar objetivos mesmo que eles pareçam impossíveis para
terceiros.
Em 2013 um ano após de ter marcado presença no ShowlivreDay comando por Clemente Nascimento( Inocentes- Plebe Rude) , os músicos foram marcar presença em um “lugarzinho pequeno” e tocar nada mais nada menos do que no Rock in Rio Brasil no Rio de Janeiro .
Em 2013 um ano após de ter marcado presença no ShowlivreDay comando por Clemente Nascimento( Inocentes- Plebe Rude) , os músicos foram marcar presença em um “lugarzinho pequeno” e tocar nada mais nada menos do que no Rock in Rio Brasil no Rio de Janeiro .
Com ajuda de sua “máfia”
eles tiveram o privilégio de mandar sua boa mensagem para mais de oitenta mil
pessoas no palco sunset na cidade maravilhosa.
Uma baita lembra-se para se contar para os netos não é mesmo meus amigos? Confira mais de alegria coletiva através deste link:
QUE
O SOM NUNCA PARE: Na última sexta feira(27/5) meu “primo” (o que importa é a
consideração) Lucas Seixas que é o guitarrista bom da banda que nós estamos
esquematizando (Spoiler Alarm –Break News) me enviou uma mensagem
, perguntando o que eu iria fazer no sábado a noite eis então paramos no Cia do
Assado para ver a banda
Bacana demais ver , que ao chegarmos a banda já estava circulando pela casa e
trocando ideia com os presentes sem qualquer tipo preferência por nível de
proximidade. Até brinquei com o Draco se ele era candidato pelo PR ( Partido do
Rock in Rool ).
A noite foi incrível, alternando com seus bons sons
autorais Draco e Cia ltda. invocaram as máximas entidades do Rock no puro jeito
Jowkerz de ser.
Presentes estavam o talentoso Augusto Costa (Guh Costa: https://www.facebook.com/GuhCostaVick?fref=ts) batera que completará o time até dezembro desde ano; e também Leonardo Nascimento (Léo: https://www.facebook.com/costa.leonardo.n?ref=ts&fref=ts&qsefr=1) o versátil batera da psicodélica bombay groovy e outros supergrupos , mandado um tributo ao velho Lead Zeppelin.
Depois de tanto escrever fecho o texto dizendo: vale
apena acompanhar essa banda que trilhará caminhos ainda maiores e que vale
apena acompanhar eles de perto
Aos “coringas” digo , vão enfrente que o “som não pode
parar!”
Abração! O Rock vive!






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